São Paulo, 08 de maio de 2017 – De 24 a 28 de maio, em Florianópolis (SC), será realizada a edição 2017 do CIO Brasil GOV, evento da IT4CIO para discussão do tema “tecnologia disruptiva” entre CIOs de empresas e agências governamentais. Com a abordagem centrada no Ponto Humano, a Forcepoint irá reforçar a importância da concentração de esforços de cibersegurança em proteger e analisar os comportamentos digitais resultantes da interação humana com a tecnologia da informação e dados críticos.

De acordo com William Rodrigues, Senior Sales Engineer da Forcepoint, “É justamente na  interação entre pessoas, dados críticos de negócios e propriedade intelectual que a tecnologia é mais habilitadora e a segurança mais vulnerável, uma vez que um único ato malicioso ou acidental de um funcionário pode burlar até mesmo os sistemas de ciberdefesa mais robustos e abrangentes. E é fato que as ameaças internas são, atualmente, responsáveis pela maioria das violações nas empresas de todos os setores e portes, mesmo involuntariamente”.

Apenas o monitoramento das atividades nos acessos dos usuários ou um simples sistema de alerta de incidentes podem não eliminar as brechas para uma invasão ou furto de dados, além de desgastar em muitas horas a equipe de TI.

Para uma segurança mais efetiva e integrada ao monitoramento em tempo real e a uma ferramenta de DLP, a Forcepoint,  com vasta experiência na proteção tanto de agências governamentais como das maiores empresas do mundo, destaca a tecnologia User and Entity Behavior Analytics (UEBA), que analisa continuamente os dados de várias fontes, mantendo um histórico preciso das atividades de cada usuário para identificar padrões anômalos e facilitar a revisão pela TI.

“Hoje, a UEBA é a tecnologia mais poderosa contra insiders, pois traça o histórico do comportamento dos usuários e aplica seus recursos de aprendizagem para estabeler o comportamento normal de cada um para colocar em visualização de risco qualquer atividade fora do padrão, inclusive auxiliando na identificação dos tão temidos ataques da ramsonware”, explica o executivo.

Base do Forcepoint Insider Threat, solução da Forcepoint para a proteção contra ameaças internas, a UEBA permite monitorar a localização dos dados e seu movimento, assim como as ações do usuário que os acessa, alterando e transportando dados. Isso inclui não somente funções que afetam diretamente os dados, mas denunciam ações anteriores que indicam o aparecimento de uma brecha de segurança.

O Forcepoint Insider Threat permite criar impressões digitais de documentos mais sensíveis como os de proteção de propriedade intelectual para o rastreamento dos ativos mais valiosos. Os dados de usuários coletados podem ser visualizados como um replay de vídeo que mostra as teclas usadas, movimentos de mouse, documentos abertos ou websites visitados. Esta capacidade única provê evidências irrefutáveis sobre atividades do usuário, incluindo as ações offline ou em mobilidade, para auferir a melhor auditoria comportamental do mercado.

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