Integração de logs de segurança, gerenciamento centralizado e controles automatizados permitem que CISOs foquem na customização das políticas às prioridades dos negócios e nos contextos de interação entre as pessoas e os dados.

 

NGFW, APT, CASB, DLP, SIEM e toda a sopa de letras da cibersegurança são imprescindíveis em praticamente todos os contextos empresariais. De fato, muitos desses produtos custaram muito investimento e esforço de engenharia. Ainda assim, não basta apertar o botão de ligar. Por mais que os líderes da indústria simplifiquem a operação técnica, cada negócio e cada grupo de pessoas tem seu jeito de trabalhar. Quando o aparato de segurança não respeita esse contexto, políticas imprecisas vão gerando atritos, até se chegar ao ponto de degradar todas as mudanças voltadas à cibersegurança. Endereçar essa lacuna é tão importante quanto desenvolver os melhores produtos nas categorias em que compete.

 

A Forcepoint é reconhecida pelo Gartner como líder em várias categorias e seus produtos ficam no topo do ranking em inúmeros benchmarks independentes. No entanto, também renuncia a atuar em segmentos em que outras indústrias estão mais próximas ao nível de excelência requisitado por seus clientes. Ou seja, não dá para ser o melhor em tudo. No entanto, os benefícios da estratégia de arquitetura de cibersegurança da  Forcepoint – mais relacionados a conceitos econômicos e humanos do que tecnológicos – não se restringem a um ambiente full Forcepoint.

 

Ajustando o sarrafo à situação – Sem uma Proteção Adaptativa ao Risco, os mecanismos de segurança se perdem no dia a dia. Por exemplo, se copiar arquivos em pen drive se justifica na rotina de trabalho, uma política de bloqueio tende a se esfacelar, e o risco retorna. A Plataforma Convergente de Segurança vem para garantir a execução da Proteção Adaptativa. Por exemplo, se um usuário tenta copiar no USB, caso não apresente nenhum comportamento anormal, pode-se apenas impor a criptografia do conteúdo. Se estiver realizando operações atípicas, bloqueia e alerta. Mas se em uma estação alguém faz vários logins, alterna entre credencial de administrador e de usuário e copia a base de dados inteira, é plausível bloquear até a catraca de saída do prédio.

 

Com a Plataforma Convergente de Segurança, a Forcepoint articula três fundamentos: o primeiro é o de Human Centric; que foca na única constante em cibersegurança, as intenções de quem acessa os dados. A Proteção Adaptativa ao Risco é a inteligência para contextualizar os eventos, entender os comportamentos e proteger o que efetivamente importa. A Plataforma Convergente consolida os dados da operação (logs de dispositivos de segurança e de outros sistemas); estabelece uma classificação de risco e, pela integração via APIs, é capaz de orquestrar uma resposta automatizada.

 

 

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